quinta-feira, 24 de setembro de 2009

RESPOSTA À SUGESTÃO

Recebí as críticas feitas pelo editor Alessandro. Na minha concepção, um texto, para ser bom, não precisa necessáriamente de um fechamento, um encerramento. Ele pode ficar em "aberto" para que os leitores o interpretem do jeito que acharem melhor e tirem as próprias conclusões. Por isso, não vou mexer na estrutura.
Quanto a sua diagramação, vou postar aqui o texto em escrito, sem links e foto, para compararmos a diferença.

TEXTO COM NOVA DIAGRAMAÇÃO

Sair de casa, chegar no local de expediente, largar as coisas na mesa e ligar o computador. O uso dele nas atividades profissionais cresce a cada dia, e hoje é praticamente impossível que um lugar chamado "trabalho" não seja associado ao hábito de digitar e trocar informações pela rede. Desde um chefe de redação até a secretária de um médico, todos tem um computador à mesa. Uma prática crescente, mas que gera também algumas discussões.
Usando o computador, os funcionários das empresas podem trocar informações e realizar tarefas mais rapidamente. Mas a internet abre brecha para que eles possam também... usar a rede como uma ferramenta de lazer em meio à tanto stress !! A prática é defendida por alguns, como os estudiosos de Melbourne na Austrália. Para eles, os trabalhadores que aproveitam um pequeno espaço de tempo do dia para brincar na web chegam a render 10 % a mais do que aqueles que ficam fixados nas tarefas a serem realizadas todo o tempo.
Mas esta opinião pertence a uma minoria. E qual a solução ?? Privar os acessos à essa tecnologia ?? As grandes empresas tem uma solução melhor: bloquear as grandes redes de computador, para que os funcionários só possam acessar determinados conteúdos. Cada empresa tem uma rede de bloqueios diferente, que geralmente é atualizada com frequência, para que os mais "espertinhos" não passem sem produzir por muito tempo.
Rose Barros, 45, é funcionária de um banco. No local onde trabalha, o acesso ao msn e até mesmo ao email é restrito. "É lógico que há os mal-intencionados, mas outros acabam pagando o pato. As vezes, para fazer alguns contatos profissionais, tenho que falar com o meu superior", confessa a bancária, que vê a medida como um certo exagero.
Conclusão: Não sei dizer se o texto centralizado fica mais "limpo". O formato me parece um pouco atípico, mas isto também acontece pelo costume que foi criado em relação a ler e escrever ele usando outro tipo de formatação. Talvez o uso de parágrafos ou de um determinado espaço antes das primeiras frases de cada parágrafo tornasse mais fácil a sua compreensão.

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